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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

O desafio de estudar e trabalhar



São universitários vindo de todas as ilhas de cabo verde. Instalam na Cidade da praia, trabalham, estudam e buscam um futuro melhor do que o dos seus pais. Vivem juntamente de outros estudantes e há alguns que moram com os familiares e são submetidos a fazerem trabalhos domésticos para colmatar a ajuda disponibilizada pelos familiares. 
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A maioria dos alunos são da ilha de Santiago e dos que vem das ilhas, Fogo está em primeiro lugar. Quando se depara, ficam sem tempo para estudar e fazer outros trabalhos acadêmicos. Passam os meses, depois um semestre, e quando se nota é mais um ano que ficou para trás. Os quatro anos de licenciatura passam a ser cinco e na maioria dos casos seis anos. Terminam os estudos e não terminam a licenciatura.
«Não há tempo para nada, nem para estudar. Faço isso de madrugada, e também quase na hora de levantar para ir novamente para a batalha» , explica Avelina da Silva estudante  da OMCV.

É o caso de muitos estudantes que vem das ilhas como também do interior da ilha de Santiago, onde há uma maior concentração populacional e também o maior número de Universidades do país. A principal causa disso é a falta de condições dos pais e familiares, que colocam os filhos na Universidade com a ideia de que dias melhores virão. Entretanto, não é o que acontece muitas das vezes na realidade.

Alguns acabam abandonando os estudos para trabalharem, garantirem um fundo e só depois retomar a licenciatura e poder pagar as despesas de casa e tudo mais. Outros passam diversas dificuldades no dia-a-dia e acabam ficando com muitas doenças como por exemplo a anemia. Isto por causa da má alimentação e do horário desregrado para satisfazerem o organismo e a mente.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Conflitos abalam o mundo


Os conflitos entre nações acontecem desde que o mundo é mundo, e isso faz com que muitas pessoas sofram. Enquanto alguns conflitos estão mais em evidência, outros mal são divulgados.

O mundo de hoje passa por serias problemas, é fome, é miséria, é falta de moradia, é desatenção dos Governos, mas existe algumas regiões específicos a onde todos esses conflitos são somados a conflitos relacionados a guerra, a violência.
Quando se fala de conflitos mundiais, um dos marcos que nos vem na memória é, sem dúvidas, a primeira guerra mundial, ocorrido entre 1914-1918.

Entretanto, antes disto, o mundo assistiu à dolorosa e sangrenta revolução francesa, em 1789. Este é um exemplo entre vários outros.
O  planeta atualmente esta relacionado ao final da guerra fria, ou seja o ano base é 1989, pós a queda do murro deBerlin, o mundo passa por uma serie de transformações, o mundo entra numa fase onde o que interessa não é mais a geopolítica mas sim a geoeconomia ou seja o espaço vale dinheiro.
Não se pode falar em conflitos mundiais sem mencionar os EUA, que desde a 1.ª Guerra Mundial marca presença em todos.

Maior potência econômica e militar do mundo, os Estados Unidos da América (EUA) têm um imenso e diversificado território, com clima predominantemente temperado. Situado na América do Norte, é o quarto país mais extenso do mundo,banhado pelos oceanos Atlântico e Pacífico.

  Principais causas:
Toda Guerra tem diversas causas, mas geralmente é possível identificar uma causa principal. As vezes é difícil distinguir as causas reais de uma guerra, das justificativas e discursos adotados pelos atores envolvidos na guerra. As guerras totais geralmente envolvem várias das causas apresentadas a seguir, simultaneamente. 

Poder - Toda guerra envolve em algum grau a disputa por poder. Geralmente a disputa por poder é mais clara nos conflitos envolvendo grupos políticos que querem tomar o controle sobre o Estado, em uma guerra civil ou revolucionária, ou em disputas envolvendo grandes potências pela liderança de uma região ou do mundo. 

Estratégia - Necessidade de base militar para dominar um outro inimigo como por exemplo a conquista da Dinamarca pela Alemanha Nazista cujo real objetivo era dominar a Noruega na segunda guerra mundial. 

Economia e riqueza- A maior parte, senão a totalidade das guerras envolvem motivações econômicas, que vão desde a posse de bens ou riquezas, até o controle de recursos econômicos estratégicos. 

Imposição de ideais- Este tipo, mais amplo, é gerado tanto por fatores isolados (religião, política ou economia) ou pelo simples fato de considerarem-se superiores aos outros, de grupos que consideram as características pessoais que possuem como sendo perfeitas, considerando todas as outras obsoletas.

Classe Social - Algumas das guerras revolucionárias são consideradas como tendo como causa principal o confronto entre classes sociais, como nos casos da Revolução Gloriosa, na Inglaterra, Revolução Francesa ou na Revolução Russa.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Fake News torna-se viral nas redes sociais


   As redes sociais são plataformas online que   permitem a conexão entre pessoas através  de redes mundial de computadores interconectadas.
Quando falamos de redes sociais, evidencie primeiramente o facebook e o Google + que são as mais utilizadas à nível mundial.



  As redes sociais   estão a   ser usadas a  todo vapor   para divulgar diversos tipos de notícias, desde notícias sobre os famosos, do mundo dos esports e de serosidades de diversos tipos de assuntos, enfim, o Facebook tornou-se uma ferramenta para que as pessoas se possam informar sobre tudo e sobre todos.

Termos como “fake news” e “pós-verdade” ganharam popularidade no ano passado, durante as eleições americanas. As redes sociais foram apontadas como corresponsáveis pela improvável vitória de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos.
 Segundo os críticos, as empresas de tecnologia transformaram-se num ninho de desinformação e manipulação de opinião pública e pouco fizeram para contornar o problema. Desde então, Google, Facebook, Twitter e outras companhias que ganham dinheiro distribuindo o conteúdo de terceiros anunciaram medidas para tentar conter a proliferação de notícias falsas e desinformação. Não é uma tarefa fácil e por enquanto há muito mais promessas do que resultados efetivos.

As novas tecnologias de mídia contemporânea também permitem uma atualização da informação de forma mais simples, o que exige ainda mais essa factualidade. É mais fácil levar novidade ao público e tudo pode ser alterado em questão de segundos.

A questão da fake news gera uma crise tanto na mídia atual quanto na sociedade em geral, a prática da difusão de boatos pode se tornar cultural a longo prazo empobrecendo o debate racional e acabar sendo uma concorrência do jornalismo sério, já que os boatos têm uma grande repercussão e muitas vezes o público acaba achando mais interessante do que as informações com mais credibilidade.

Não há tantos motivos para acreditar que a mídia contemporânea possa melhorar futuramente. A tentação do público pelo fake news, a preferência pela velocidade da notícia ao invés da qualidade e as demissões nas redações provam que a mídia contemporânea está cheia de problemas.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Benefícios do uso do telemóvel para os universitários


Telemóveis, computadores, smartphones, tablets são alguns de entre tantas TICs que fazem parte das nossas vidas atualmente.
Tecnologias de Informação e Comunicação, representados pela expressão (TIC) é o nome que se dá ao papel da comunicação (Seja por fios, cabos, ou sem fio) na moderna tecnologia da informação. Trata-se portanto de um conjunto de meios técnicos, usados para tratar a informação e auxiliar na comunicação, o que inclui o hardware de computadores, rede, telemóveis, bem como todo software necessário.
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Ultimamente as tecnologias de informação e comunicação têm tido muita repercusão na sociedade. Vem ocupando um espaço significativo no quotidiano das pessoas. São utilizados em casa, no trabalho, nas escolas, nas empresas, na administração pública, nos aeroportos, em bares, restaurantes e em diversos outros lugares.



A informação chega a muitos lugares, graças às redes de computadores e meios de comunicação.
Realmente as TIC têm tido uma grande relevância na sociedade atual e o telemóvel é uma das ferramentas tecnológicas mais utilizadas no dia-a-dia das pessoas.
O aparecimento do telemóvel deu-se precisamente no dia 3 de Abril de 1973, pelas mãos de Martin Cooper, aquele que é considerado o pai do telemóvel.

Os universitários têm aderido cada vez mais a esse aparelho para diversos fins.
“Utilizo o telemóvel para fazer pesquisas acerca das aulas dada na sala, quando o professor fala de um assunto que não tenho conhecimento sobre isso, tento entrar no Google”, diz estudante Antónia Silva do curso de Multimédia, terceiro ano.

O diretor da NOSI, e professor universitário Orlando Tavares também vê vantagens dessa ferramenta tecnológica para os universitários, especialmente os smartphones.
“Smartphones não servi apenas para fins comunicacionais, mas também, e um instrumento valioso para os estudantes, como agendar encontros, baixar aplicativos, podemos também através da internet fazer trabalhos de grupos, em que estando todos online, e também interagir e a socializar a trocar ideias”, explica.
Apesar das vantagens dos telemóveis, o que os atribui um poder ainda mior, é o mundo gigante do ciberespaço que abita nesta pequena ferramenta. Um mundo onde tudo acontece ao mesmo tempo, um mundo onde tudo é muito rápido e atinge muitas pessoas em diversos lugares. Um mundo em que as informações circulam facilmente e não existem barreiras para a comunicação.

Dentro desse mundo do cyberespaço que se encontra nos telemóveis e que podem se transportados para outros lugares de forma fácil e rapidamente encontramos as redes.
Segundo o diretor da NOSI, e professor universitário Orlando Tavares, as redes socias são ferramenta, podem ser utilizadas para coisas boas ou coisas más, no caso das coisas temos os casos da comunicação, para diálogos, trocas de ideias, estudos são coisas boas que sempre podemos fazer com a internet.

Aprender línguas, assistir vídeo aulas, aceder ao google, visitar bibliotecas online, falar com os colegas acerca dos trabalhos escolares, partilhar ideias, consultar informações, são alguns dos benefícios que os telemóveis oferecem aos universitários. Com todos esses benefícios que podem ser retiradas do aparelho, os estudantes e professores podem utilizar os telemóveis juntamente com o mundo do cyberespaço que neles habitam de forma a melhorar e facilitar o seu estudo e ensino aprendizagem, bem como, aperfeiçoar e tornar mais dinâmicas as suas apresentações.









Ser estudante Universitário

O que é ser estudante universitário? Para muitos de nós, esta pergunta ainda é difícil de ser respondida. Quando tocamos na questão “universidade” para um calouro, a primeira ideia que ele tem é a de que ele está ali apenas para “absorver” conhecimento de um grupo de pessoas dotadas do saber acadêmico, bastando apenas ele frequentar todas as aulas, tirar notas (ou menções, no linguajar acadêmico) acima da média, cumprir a estrutura curricular, fazendo todas as matérias obrigatórias do curso e pronto. Cumpriu o currículo, se formou e lá está você com o tão sonhado diploma de curso superior. Isso quando muitos não desistem no meio do curso e nem chega a terminar.
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“Ser estudante universitário é a fase mais difícil de uma pessoa. É a fase que lhe permite sair da dependência dos pais e passar a ser independente. No entanto digo que é esta fase que mais dá falência aos nossos pais”. Diz Sara Andrade do curso de Gestão Património Cultural.Já para um veterano, a ideia de “estar na universidade” é, nos tempos em que a tecnologia domina o mercado, ainda pior. 

Para muitos veteranos, fazer um curso superior é quase a ideia de um calouro.Digo isso porque já presenciei muitos “coleguinhas” simplesmente, pulando etapas, ou seja, a mente de um veterano em instituições de ensino superiores, geralmente é a vista por calouros quando ingressam no ensino superior. Detalhe é que eles dizem aos calouros “não queiram pular etapas”, mas o acabam fazendo. 
O calouro acredita que eles, de fato, fazem o currículo “por etapas”, quando muitos, na verdade, não o fazem. Mas o aluno veterano dá uma grande lição aos calouros, a de que eles devem ser humildes, geralmente o pensamento é único e contrário por parte de quem entra na universidade, e por parte de quem já está na universidade, o calouro pensa que o veterano é do mal, a primeira palavra do léxico do calouro quando vê o veterano na universidade é “trote” (risos). 

Da mesma forma as primeiras palavras do léxico do veterano quando vê o calouro é “burro, bobinhos, chatos, não prestam”, entre outras (risos). Isso existe? Existe, mas vem sendo combatido pelos alunos veteranos com iniciativas que integrem os que ingressam nos cursos superiores das instituições de ensino superior no país. Infelizmente, ser estudante universitário no Brasil (e no mundo) ainda é isso, mas não respondemos a pergunta: afinal, o que é ser estudante universitário? Ser estudante universitário é muito mais do que ir lá e cumprir a estrutura curricular prevista para seu curso, pensamento de todos que estão envolvidos na academia.

É vivenciar a interação entre calouros e veteranos (afinal, estamos dentro de uma mesma estrutura) e temos que colaborar para que a universidade cresça, tanto para formar profissionais para o mercado, quanto para evoluir cientificamente. Lembro-me de uma situação bem curiosa no segundo semestre de 2012 (2012/2), ao ver a lista dos aprovados no 2 vestibular daquele ano no curso ao qual estou vinculado na UnB: Letras-Português do Brasil como Segunda Língua. Uma das calouras (agora veterana) à época me relatou: “Ivan, estou com receio de entrar na UnB, é difícil o curso?” disse a ela que esse conceito de fácil ou difícil não dependeria de mim, tão menos do que já é visto na universidade, mas dela, o acadêmico é quem faz sua trajetória e, com ele, sua profissão. 1 ano depois, ela é uma das destaques da turma que entrou naquela época, e segue sua trajetória de boas notas. 
Além disso, ser estudante universitário é aproveitar as oportunidades que a universidade te oferece; num mercado cada vez mais competitivo, é o diferencial um profissional que tem um currículo (e não apenas currículo, mas competências, que saiba fazer quando lhe for solicitado) bom, é formar amigos (amigos verdadeiros, aqueles que possam te dar uma mão em conselhos, atividades acadêmicas, além de saídas, trocas de ideias) etc. Não menosprezem seus colegas, estes podem te socorrer no futuro, na hora em que você mais precisar. Melhores amigos não são aqueles que estão todos os dias com você na vida acadêmica, mas aqueles que se enquadram nos requisitos acima, aquele que vai te dar um “empurrão” para seu sucesso, tanto profissional, quanto pessoal. 

Universidade não significa apenas assistir aulas, formar e exercer seu curso superior. Essa é apenas uma parte dela, mas não tudo. É hora de provar que você, estudante universitário, veio para ser destaque, e destaque requer, como dito acima, humildade para tudo, isso é que o mercado quer ver. Também ser curioso, atento as oportunidades que os professores (e os próprios colegas de curso) te dão, enfim, ser universitário é vivenciar um universo de oportunidades dentro de uma instituição de ensino superior, até aquelas que você acha “bobinhas”, mas que te darão um impulso para o mercado. E retribuir a sua formação para a comunidade, afinal, você passa três, quatro, cinco anos ali para aprender um ofício que, posteriormente, a comunidade te cobrará quanto a este aprendizado, exige um retorno de você que chegou a esta etapa da vida.E como viver tudo isso dentro do tempo de curso que você tem? Não sei, cada um vai encontrar sua forma, cada um tem seu método, essa é uma pergunta que o blog não pode responder, você, leitor, é quem descobrirá.

 No final, se toda essa vivência for bem aproveitada, você, estudante universitário, verá que a recompensa virá da melhor forma, além de formarmos profissionais competentes para o mercado (um dos maiores problemas no mercado de trabalho hoje é a falta de profissionais competentes, que não levam a sério seu curso superior), tirem o máximo de proveito do curso em que vocês estão vinculados, verá que isso fará falta de uma maneira ou outra se não for bem aproveitada. 

Por fim, respeito mútuo entre calouros e veteranos. Calouro, ser estudante universitário não é quebra-cabeça, não tenham receio e sigam seu caminho, sejam prestativos. E veterano, você não é o dono do mundo (tão menos do saber), ajudem aqueles que entram (lembre-se que você foi um calouro um dia e passou por tudo isso). Só assim, a universidade cumpre seu papel, além dos conselhos superiores, que também já o fazem dentro de suas respectivas limitações.